Isso é o que celebramos o Dia Internacional do Homem | Saúde

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Isso é o que celebramos o Dia Internacional do Homem

Todo mundo sabe que o Dia Internacional da Mulher (8 de março), mas não muitos sabem que hoje, dia 19 de novembro, é comemorado em mais de 60 países, o Dia do Homem. E, tal como disse seu criador, o doutor da Universidade das Índias Ocidentais (Trindade e Tobago) Jerome Teelucksingn em 1999, “não é o mesmo que o Dia do Pai”, da mesma forma que não é o mesmo o Dia da Mulher o Dia da Mãe. Embora a Espanha não celebra oficialmente de momento, sim vizinhos, como França ou Itália.

Mas, o que celebramos os homens exatamente no dia de hoje? A resposta é ampla, mas pode ser resumido em três grandes aspectos: aumentar a conscientização sobre a saúde masculina, promover modelos positivos de masculinidade e lutar pela igualdade dos sexos. Porque, no fim de contas, porventura, não é a igualdade um assunto nosso também?

Da mesma forma que o Dia da Mulher nasceu associado à luta pela igualdade no trabalho, o Dia do Homem tem sua origem associada à saúde preventiva, um domínio em que, francamente, cojeamos. Enquanto eles têm certeza de que deve ir ao ginecologista, autoexplorarse ou a fazer mamografias regularmente, nós somos mais relutantes e costumamos ir ao médico apenas quando sentem algum sintoma extremamente anormal. Em concreto, 24% menos do que as mulheres, segundo este estudo da Agency for Healthcare Reserach and Quality (Estados Unidos), publicado em 2012. A isto há que unirle o fato de que as condutas masculinas são mais imprudentes (em 2010, a quarta causa de morte entre os homens foram as quedas e a oitava foram os acidentes de trânsito) e que costuma ocupar postos de trabalho mais perigosos. Além disso, elas desenvolvem doenças cardiovasculares, em média, dez anos mais tarde do que nós, segundo a Fundação Espanhola do Coração e mantêm laços sociais mais fortes, o que também reduz a mortalidade.

O resultado? Em Portugal, as mulheres vivem, em média, seis anos a mais do que os homens. É o que se conhece como ‘lacuna de gênero’. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) que pode consultar aqui, essa lacuna de gênero se foi reduzindo consideravelmente a partir de meados dos anos 90. Entre 1992 e 2013, a expectativa de vida masculina passou de 73,9 a 80 anos.

Todo mundo sabe que o Dia Internacional da Mulher (8 de março), mas não muitos sabem que hoje, dia 19 de novembro, é comemorado em mais de 60 países, o Dia do Homem. E, tal como disse seu criador, o doutor da Universidade das Índias Ocidentais (Trindade e Tobago) Jerome Teelucksingn em 1999, “não é o mesmo que o Dia do Pai”, da mesma forma que não é o mesmo o Dia da Mulher o Dia da Mãe. Embora a Espanha não celebra oficialmente de momento, sim vizinhos, como França ou Itália.

Mas, o que celebramos os homens exatamente no dia de hoje? A resposta é ampla, mas pode ser resumido em três grandes aspectos: aumentar a conscientização sobre a saúde masculina, promover modelos positivos de masculinidade e lutar pela igualdade dos sexos. Porque, no fim de contas, porventura, não é a igualdade um assunto nosso também?

Da mesma forma que o Dia da Mulher nasceu associado à luta pela igualdade no trabalho, o Dia do Homem tem sua origem associada à saúde preventiva, um domínio em que, francamente, cojeamos. Enquanto eles têm certeza de que deve ir ao ginecologista, autoexplorarse ou a fazer mamografias regularmente, nós somos mais relutantes e costumamos ir ao médico apenas quando sentem algum sintoma extremamente anormal. Em concreto, 24% menos do que as mulheres, segundo este estudo da Agency for Healthcare Reserach and Quality (Estados Unidos), publicado em 2012. A isto há que unirle o fato de que as condutas masculinas são mais imprudentes (em 2010, a quarta causa de morte entre os homens foram as quedas e a oitava foram os acidentes de trânsito) e que costuma ocupar postos de trabalho mais perigosos. Além disso, elas desenvolvem doenças cardiovasculares, em média, dez anos mais tarde do que nós, segundo a Fundação Espanhola do Coração e mantêm laços sociais mais fortes, o que também reduz a mortalidade.

O resultado? Em Portugal, as mulheres vivem, em média, seis anos a mais do que os homens. É o que se conhece como ‘lacuna de gênero’. De acordo com os dados do Instituto Nacional de Estatística (INE) que pode consultar aqui, essa lacuna de gênero se foi reduzindo consideravelmente a partir de meados dos anos 90. Entre 1992 e 2013, a expectativa de vida masculina passou de 73,9 a 80 anos.

O que nós morremos os homens?

Quanto às causas de morte entre os homens espanhóis, a primeira são os tumores (295 de cada 100.000 no ano de 2013, segundo o INE), principalmente de brônquios e pulmão e de cólon. De entre as doenças, as isquêmico do coração, ocupando o primeiro lugar. Quando falamos de suicídios, a taxa masculina também é muito maior: 2.911 homens contra 959 mulheres no ano de 2013.

E o que podes fazer perante isto? Pois o que te dissemos no Men’s Health há quase 15 anos: levar um estilo de vida saudável. Fazer exercício diariamente, adotar uma dieta equilibrada, reduzindo ao mínimo o estresse, não fumar, criar e manter os laços familiares e sociais fortes, protegê-lo sempre em suas relações sexuais… e visitar mais ao médico! Verificações periódicas, que incluem controles de níveis de colesterol e prova específica de HIV, devem fazer parte de seu checklist anual. E, da mesma forma que as mulheres estão acostumadas a explorar o peito a cada mês depois de a regra, nós devemos fazer o mesmo com os testículos. Assim, embora prefiramos fazê-lo com fins lúdicos, já sabemos o que nos toca a cada mês. ¡Independentemente da idade! Aprenda a fazê-lo corretamente aqui.

Problemas em tubulações

Já que você está explorando por aí abaixo, busca-se também outras pistas: as de alguma doença sexualmente transmissível (DST). As mais comuns nos homens são a uretrite, o vírus do papiloma humano (HPV), e atenção! a clamídia, sífilis e a gonorréia, que nos últimos anos estão vivendo um importante crescimento em Portugal. Em concreto, entre 2006 e 2012, duplicaram os casos de sífilis, de acordo com um relatório elaborado pelo Instituto de Saúde Carlos III (dependente do Ministério da Saúde) e com base nos resultados da Rede Nacional de Vigilância Epidemiológica. E aconteceu por relaxamento no uso do preservativo, principalmente entre os mais jovens.

Os sintomas da sífilis são algo confusos, razão pela qual foi rebatizada como “a grande imitadora’, já que podem ser confundidos com os de qualquer doença comum. O aparecimento de pequenas lesões no pênis, o ânus, os lábios e a boca é um deles, embora não causem dor e, muitas vezes, são detectados como simples pelos encarnados. Na segunda fase da sífilis aparece na pele de uma erupção cutânea que não pica. Se não for tratada a tempo, a sífilis pode causar complicações.

A gonorréia (e sua variante supergonorrea) costuma manifestar-se com uma sensação de ardor ao urinar, secreção de um líquido branco, verde ou bege através do pênis e, com menos freqüência, a dor e inchaço dos testículos.

Obviamente, a mais grave de todas as DST é o HIV, mas lembre-se que este vírus não é detectado em um exame de sangue normal, mas que deve ser especificada. Atualmente, estima-se que cerca de 50.000 pessoas em Portugal têm o vírus HIV sem saber. E a tendência continua em alta, de acordo com o Plano Nacional sobre AIDS do Ministério da Saúde. Fazer o teste uma vez por ano, não custa nada e você vai ficar mais tranquilo.

Como poupar a maioria destes dor de cabeça? Simples: pondo camisinha sempre, independentemente do sexo ou da aparência das pessoas com quem tenha relações sexuais.

O leve o seu tempo!

Mas a saúde, querido camarada, não está apenas nos pulmões, o estômago, o coração, a próstata ou os genitais. Também está dentro de sua cabeça!

Embora todo mundo é suscetível de sofrer de estresse, os homens enfrentamos a ele de forma diferente do que as mulheres: em concreto, a nossa reação típica prejudica as nossas relações sociais, já que diante de situações estressantes, nós tendem a se concentrar mais em nós mesmos, enquanto que delas externalizam muito mais, de acordo com um estudo realizado pela Universidade de Viena (Áustria), da Universidade de Freiburg (Alemanha) e da International School for Advanced Studies (SISSA) de Itália, publicado na revista Psychoneuroendocrinology em 2014. A razão poderia estar na oxitocina, também conhecida como hormônio da felicidade, uma vez que desempenha um importante papel no sentimento de estar apaixonado, o orgasmo ou quando você tem um bebê. As mulheres, durante as situações de estresse, apresentam níveis de oxitocina, mais altos do que os homens.

O estresse não só se encerra em si mesmo: também aumenta suas chances de desenvolver doenças cardiovasculares e depressão. Por se fosse pouco, o cortisol que é o hormônio do stress), é um dos maiores inimigos da testosterona, razão pela qual pode causar impotência, contribuir para a acumulação de gordura abdominal ao produzir síndrome metabólica, aumentar a sua resistência à insulina e deitar por terra os seus esforços na academia para ganhar massa muscular. Precisa de mais razões? OTake it easy, rapaz!

E chegou Movember

O movimento Movember (contração de moustache e November) nasceu na Austrália em 2003, exatamente com esse objetivo: aumentar a conscientização sobre a necessidade de prestar atenção à nossa saúde (principalmente o câncer de próstata e testículos) e angariar fundos para a sua pesquisa. Trata-Se de deixar o bigode desde o dia 1 de novembro, motivar a conversa bem em seu ambiente e, se quiser, tentar angariar fundos para a causa. É assim que você vai se tornar um MoBro (Movember brother). Na Men’s Health já estamos fazendo! Você pode ver como crescem os nossos bigodes e contribuir com o seu grão de areia com nós aqui. Como se associar?

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